MARCOS CÉSAR FERMINO
Graduado em Artes Visuais pela FAAL, atua como artista visual, designer, arte-educador e produtor cultural. Possui formação complementar em Gestão de Projetos Culturais, Cultura e Inteligência Artificial, Curadoria em Artes, Analista e Parecerista de Projetos, entre outras capacitações voltadas à criação, gestão e desenvolvimento artístico. Sua trajetória profissional é marcada pela experimentação entre diferentes linguagens e pelo diálogo constante entre criação, comunicação, educação e produção artística. Ao longo de sua carreira, participou de diversas mostras e festivais de arte e performance, além de integrar espetáculos das companhias Cia. Teatral Carlos Gomes e Cia. Pêlo de Gato Preto, atuando como ator, técnico e cenógrafo. Atuou profissionalmente no projeto Oficinas Culturais do Estado de São Paulo, desempenhando funções administrativas, técnicas e de implementação de propostas culturais, bem como atividades de análise de projetos. Nesse período, também prestou suporte a arte-educadores na elaboração, desenvolvimento e fortalecimento de seus próprios projetos. Como professor especialista de Arte, integrou a equipe responsável pela elaboração e revisão da proposta educacional da primeira escola inovadora da Rede SESI de Ensino. Desenvolveu, adaptou e implementou materiais didáticos personalizados voltados ao ensino híbrido e a práticas pedagógicas inovadoras em Artes.
Título e resumo do projeto associado/vinculado:
Cartografias do Som: Divulgação e Comunicação da pesquisa "Arquivos Sonoros de Teatro".
O projeto de jornalismo científico Cartografias do Som tem como objeto a pesquisa "Arquivos Sonoros de Teatro - Implementação de uma base para a pesquisa da dimensão sonora em artes cênicas" (FAPESP, Jovem Pesquisador, processo nº 2022/15032-4), coordenada por Rafaella Uhiara junto ao Laboratório de Informação e Memória da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Trata-se de uma iniciativa de grande porte, que reúne um número expressivo de pesquisadores associados, bolsistas e instituições parceiras. A proposta de comunicação justifica-se pela necessidade de difusão ampla, clara e rigorosa das informações produzidas, garantindo que os resultados da pesquisa extrapolem o público estritamente acadêmico. O plano prevê a produção de conteúdos jornalísticos em diferentes mídias e linguagens, com circulação em canais digitais, institucionais e de imprensa, de modo a alcançar não apenas a comunidade científica, mas também artistas, técnicos, gestores culturais, estudantes e a sociedade em geral.